Mostrando postagens com marcador TI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TI. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Literatura da boa

É sempre muito bom — em meio à quantidade de inutilidades que existe online — encontrarmos literatura de excelente nível produzida por pessoas que sabem exatamente do que estão falando. Um dos claros exemplos do que estou falando é o blog Graffiti, de propriedade do mais recente integrante do time de autores do MacMagazine, Paulo Vasconcellos.

Professor Titular de Engenharia de Software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco em Recife, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R) e engenheiro formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Silvio Meira escreve, aos sábados, uma coluna no portal de notícias G1 e possui um blog interessantíssimo. Leitura indispensável a quem gosta de refletir sobre os rumos que o mundo tecnológico poderá vir a tomar.

sábado, 30 de dezembro de 2006

Frase do dia

MUSIC BEAMING The Zune, Microsoft’s new music player, does something amazingly well that its rival, the iPod, doesn’t do at all: It lets you beam songs or photos wirelessly to another Zune. It’s easy and fast, and it could be a great way to discover new music recommended by your friends.

In practice, there’s more to the story. To avoid lynch mobs from the record companies, Microsoft designed the Zune so that beamed songs self-destruct after three plays or three days, whichever comes first — even, idiotically, your own recordings like college lectures and garage-band demos.

The Zune, therefore, is that classic case: a killer idea diluted by a ham-handed execution.

David Pogue, comentando as grandes idéias tecnológicas de 2006, em sua coluna no New Yor Times.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Segue, abaixo, a íntegra do texto publicado no blog Meio bit:

Segundo a Trend Micro, foi colocada a venda em um fórum hacker um código que supostamente explora uma falha do Windows Vista.

Não se sabe ao certo se o código realmente funciona ou se chegou a ser vendido.

A primeira hipótese aparentemente é verdadeira, uma vez que, sendo ou não um Windows, o código só seria colocado a venda em tal fórum, se alguma coisas fosse demonstrada.

Já a segunda é bastante improvável, como a base de usuários, ainda, é extremamente baixa, o valor não seria compensador para criminosos on-line.

Por exemplo, um código para explorar falhas do explorer, que poderia atingir um número muito maior de pessoas, custa apenas 5 mil.

Provavelmente, essa é a primeira falha crítica do Vista, porém os especialistas em segurança, não estão muito otimistas com o baixo número de falhas reportadas.

Segundo Joe Telafice, vice-presidente de operações da Avert, os criminosos digitais estão se profissionalizando e ao invés de fama, querem dinheiro, divulgar falhas agora, quando o número de usuários é irrisório, seria um tiro no pé.

E o nosso querido Jim Allchin disse, certa vez, que o Windows Vista era tão seguro que não necessitava de um antivirus instalado... É melhor, mesmo, ele comprar um computador da Apple...

Passei!

Agora, meus caros, é oficial: em 1o. de fevereiro de 2007, começam minhas aulas no curso de Engenharia da Computação da Fasp, em São Paulo.

Lá vamos nós... :D

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Recicle seu PC

Após papéis, vidros, plásticos e metais, a onda agora é a reciclagem de computadores. Os detalhes, você encontra aqui!

domingo, 10 de dezembro de 2006

Cuidado...

The Communications Assistance for Law Enforcement Act (CALEA -- I've written about this one before) requires "managed" VoIP operators to provide law enforcement agencies a point of interception so they can tap your VoIP calls. What's a "managed" VoIP service? Packet8, Vonage, Comcast, and AT&T all certainly qualify, but does Skype? Yes, if you think of billing as management, now that there is SkypeOut and SkypeIn. And given the current management at the U.S. Department of Justice, "managed" could mean pretty much anything...

- Bob X. Cringely -

Aonde vamos parar?

Interessante a constatação levantada por David Pogue, em sua última coluna no New York Times:

As you grow older, you begin to ponder the eternal questions. What is the meaning of life? What happens to our souls after death? And how much digital camera can you get for $300? All right, that last question isn’t so much an eternal question as an annual one. I’ve been asking it in this column every year since 2001. And the answer is always the same: a lot more than last year.


Eu me lembro quando as primeiras câmeras digitais surgiram no mercado, com especificações modestíssimas - se comparadas às de hoje - e com preços estratosféricos, repetindo, de certo modo, o mesmo processo evolutivo dos telefones celulares (o meu primeiro celular foi um Motorola PT550...alguém se lembra disso?).

Daí pergunto: aonde esse mundo vai parar? Um dia, talvez, a Sony ou a Kodak nos darão câmeras digitais de graça, cobrando apenas o serviço de revelação das fotos (novamente repentindo os telefones...)? O que acham, meus caros?

Laptops populares [atualizada]

Pelo visto, o mercado de laptops populares parece ser muito promissor, pois além do projeto OLPC, do guru do MIT Nicholas Negroponte, a Intel e até mesmo a gigante Microsoft querem tomar parte nesta iniciativa. A mais recente novidade a respeito é o protótipo lançado pela indiana Encore Software.

A empresa aposta em um microcomputador nã0-convencional para superar a concorrência e tem, como principal diferencial, ser um tablet PC com processador Intel PXA255 de 200 MHz ou 400 MHz, 128 MB de memória RAM, memória flash (com capacidade não-especificada), software livre, tela LCD de 7,5 polegadas e bateria com seis horas de duração e teclado que pode ser enrolado para transporte. Na Índia, custa US$ 230.00 (se consideramos que será distribuido um computador por aluno e, nas escolas públicas brasileiras estudam mais de 14 milhões de alunos, basta fazer as contas para saber o motivo de tanto interesse...).

Tomara que não, mas eu só fico imaginando o quanto essa molecada será assaltada quando começarem a andar pelas ruas carregando seus computadores pessoais...

Atualização (10/12/2006 às 14:15h): Interessante os dois artigos de Paulo Vasconcellos sobre o mesmo tema. Recomendo vivamente a leitura (não somente destes textos, mas de todo o excelente blog Graffiti).

E lá vamos nós...

É, meus caros, lá vamos nós iniciar outra etapa... Ainda no século passado, eu me graduei em Direito pela Universidade Mackenzie mas, por conta do destino, sempre trabalhei na área de informática e tecnologia da informação (TI, para os íntimos...).

Exatamente por isso - e por conta de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo - senti a necessidade de cursar alguma faculdade da área e, como não poderia deixar de ser (no meu caso...rs!!!), escolhi como o meu novo desafio o curso de Engenharia da Computação.

É claro que eu poderia ter escolhido algo mais fácil, mas aí não teria graça...rs!!!

Até +